Seu iPhone Atualizou para o iOS 27, Mas Ficou Sem IA? Entenda o Motivo

Muitos usuários atualizaram seus iPhones para o iOS 27 e ficaram surpresos ao descobrir que os recursos mais avançados de inteligência artificial da Apple simplesmente não apareceram.

A dúvida é compreensível: se o aparelho recebeu o novo sistema operacional, por que não recebeu também a Apple Intelligence e a nova Siri AI?

A resposta está no hardware.

Atualizar o iOS não significa receber todos os recursos

Quando a Apple lança uma nova versão do iOS, ela mantém a compatibilidade com vários modelos de iPhone para garantir atualizações de segurança, melhorias de desempenho e novos recursos básicos.

Porém, alguns recursos exigem capacidades de processamento muito superiores às disponíveis em aparelhos mais antigos.

Foi exatamente isso que aconteceu com a Apple Intelligence. Embora diversos modelos tenham recebido o iOS 27, apenas determinados iPhones possuem o hardware necessário para executar os modelos de inteligência artificial desenvolvidos pela Apple.

O que torna a Apple Intelligence diferente?

Ao contrário de muitos sistemas de IA que dependem exclusivamente da nuvem, a Apple projetou grande parte da Apple Intelligence para funcionar diretamente no aparelho.

Isso significa que o iPhone precisa processar tarefas complexas localmente, preservando a privacidade do usuário e reduzindo a necessidade de enviar informações para servidores externos.

Entre os recursos disponíveis estão:

  • Ferramentas avançadas de escrita;
  • Resumos automáticos de textos e notificações;
  • Organização inteligente de e-mails;
  • Inteligência Visual;
  • Criação e edição de imagens por IA;
  • Contexto pessoal integrado aos aplicativos;
  • Nova Siri AI com compreensão mais avançada do usuário.

Tudo isso exige grande capacidade de processamento, memória e armazenamento.

Quais iPhones são compatíveis?

Segundo a Apple, a Apple Intelligence está disponível apenas nos modelos equipados com chips mais recentes.

Compatíveis com Apple Intelligence

Modelo
iPhone 15 Pro
iPhone 15 Pro Max
iPhone 16
iPhone 16 Plus
iPhone 16 Pro
iPhone 16 Pro Max
iPhone 16e
iPhone 17
iPhone 17e
iPhone 17 Pro
iPhone 17 Pro Max
iPhone Air
iPhone 18 Pro
iPhone 18 Pro Max
iPhone Duo

Recebem o iOS 27, mas sem Apple Intelligence

Modelo
iPhone 11
iPhone 12
iPhone 12 mini
iPhone 12 Pro
iPhone 12 Pro Max
iPhone 13
iPhone 13 mini
iPhone 13 Pro
iPhone 13 Pro Max
iPhone 14
iPhone 14 Plus
iPhone 14 Pro
iPhone 14 Pro Max
iPhone 15
iPhone 15 Plus

A diferença principal está nos chips utilizados. Os modelos compatíveis possuem processadores mais modernos e mecanismos neurais capazes de executar os modelos de IA da Apple com eficiência.

E a Siri AI?

Existe outro detalhe que está confundindo muitos usuários.

Mesmo quem possui um iPhone compatível pode não encontrar imediatamente a nova Siri AI após atualizar para o iOS 27.

Em alguns mercados, a ativação ocorre separadamente da atualização do sistema. Além disso, a disponibilidade pode variar conforme idioma, região e fase de distribuição da Apple.

Ou seja: atualizar o sistema não significa automaticamente receber a nova Siri baseada em inteligência artificial.

Vale a pena trocar de iPhone apenas pela IA?

Depende muito do seu perfil de uso.

Se você utiliza o aparelho principalmente para redes sociais, mensagens, vídeos, navegação e fotografia casual, um iPhone mais antigo continua oferecendo excelente experiência.

Por outro lado, usuários que trabalham com produtividade, criação de conteúdo, escrita, organização de informações e recursos avançados de inteligência artificial podem encontrar valor adicional nos modelos compatíveis com a Apple Intelligence.

A tendência é que, nos próximos anos, cada vez mais recursos do ecossistema Apple sejam desenvolvidos em torno da inteligência artificial integrada ao sistema.

Conclusão

Se o seu iPhone recebeu o iOS 27, mas não ganhou os recursos de inteligência artificial da Apple, não há nenhum problema com o aparelho.

A limitação não está na atualização, mas no hardware necessário para executar a Apple Intelligence.

A boa notícia é que seu iPhone continua recebendo melhorias, correções de segurança e novos recursos do sistema. A diferença é que as funções mais avançadas de IA exigem uma nova geração de processadores, desenvolvida especificamente para esse tipo de tarefa.

Em outras palavras: ter o iOS 27 não significa, necessariamente, ter Apple Intelligence.

MacBook Neo: o Mac ideal para muita gente, mas não para todo mundo

Quando a Apple anunciou o MacBook Neo, muita gente torceu o nariz. Afinal, ele não é o Mac mais potente da empresa, não traz chips da família M e nem pretende substituir os modelos Air ou Pro.

Mas talvez essa análise esteja olhando para o produto da forma errada.

O MacBook Neo não foi criado para competir com os próprios Macs da Apple. Ele foi criado para disputar espaço com os notebooks Windows de entrada e intermediários, oferecendo a experiência do ecossistema Apple por um preço mais acessível.

O Mac mais acessível da história

Quando foi lançado, o MacBook Neo chegou ao Brasil com preço oficial a partir de R$ 7.299. A proposta da Apple era clara: criar um notebook capaz de levar a experiência do Mac para um público muito maior.

Meses depois do lançamento, o cenário já é diferente. O modelo passou a ser encontrado por importadores e revendedores independentes em faixas que normalmente variam entre R$ 4.000 e R$ 5.000, dependendo da configuração, da cotação do dólar e da disponibilidade do produto. Essa redução de preço mudou completamente a percepção do mercado sobre o aparelho.

Nessa faixa de valor, o MacBook Neo deixa de disputar espaço apenas com outros Macs e passa a concorrer diretamente com notebooks Windows intermediários de fabricantes como Dell, Lenovo, Samsung, ASUS e Acer.

O interessante é que, mesmo sendo o modelo de entrada da Apple, ele entrega características normalmente associadas a equipamentos mais caros:

  • Tela Liquid Retina de 13 polegadas;
  • Chip A18 Pro;
  • Até 16 horas de bateria;
  • Estrutura em alumínio;
  • Câmera FaceTime HD de 1080p;
  • Wi-Fi 6E;
  • Apple Intelligence;
  • Design leve e portátil. (Apple)

Na prática, o MacBook Neo acabou se tornando aquilo que muitos usuários esperavam há anos: um Mac verdadeiramente acessível.

Para quem sempre quis entrar no ecossistema Apple, mas considerava um MacBook Air ou Pro caro demais, o Neo surge como uma porta de entrada bastante interessante. E é justamente por isso que ele vem chamando tanta atenção desde o lançamento.

Se encontrado na faixa de R$ 4 mil a R$ 5 mil, seu custo-benefício se torna difícil de ignorar, especialmente para estudantes, profissionais administrativos, usuários domésticos e pessoas que desejam migrar do Windows para o macOS sem fazer um investimento tão elevado.

Mas ele é potente?

Depende da sua necessidade.

O chip A18 Pro é o mesmo conceito de arquitetura que tornou os iPhones extremamente rápidos nos últimos anos. Segundo a Apple, ele entrega desempenho suficiente para navegação, streaming, aplicativos de produtividade, edição de fotos, estudos e recursos de inteligência artificial embarcados.

Para a maioria dos usuários, isso significa que o MacBook Neo terá sobra de desempenho para:

  • Navegar na internet;
  • Utilizar Microsoft Office;
  • Fazer videoconferências;
  • Assistir vídeos;
  • Trabalhar com documentos;
  • Utilizar Canva;
  • Utilizar redes sociais;
  • Estudar;
  • Organizar projetos pessoais.

O erro de comparar com um MacBook Pro

Muitas análises começaram comparando o MacBook Neo com modelos profissionais.

Na minha visão, esse é justamente o erro.

Ninguém compra um Fiat Mobi esperando o desempenho de uma BMW. Da mesma forma, o MacBook Neo não foi desenvolvido para competir com um MacBook Pro equipado com chip M5 Pro ou M5 Max.

O objetivo é outro.

Ele existe para atender quem hoje compra notebooks básicos de fabricantes tradicionais e deseja entrar no universo Apple sem gastar valores muito elevados.

O que pode incomodar?

Alguns usuários mais exigentes podem sentir falta de recursos encontrados nos modelos superiores.

Entre os pontos que merecem atenção estão:

  • Memória inicial de 8 GB;
  • Apenas um monitor externo suportado;
  • Duas portas USB-C;
  • Foco em produtividade e uso cotidiano, e não em fluxos profissionais pesados.

Para edição profissional de vídeo, desenvolvimento avançado, modelagem 3D ou grandes projetos de áudio, os MacBook Air e MacBook Pro continuam sendo escolhas mais adequadas.

Vale a pena?

A resposta depende do perfil de cada usuário.

Se você já possui um MacBook Air M1 ou superior funcionando bem, dificilmente encontrará motivos para trocar pelo Neo.

Mas para quem utiliza um notebook Windows básico, está entrando no ecossistema Apple ou procura um computador portátil, silencioso, elegante e com excelente autonomia de bateria, o MacBook Neo pode ser uma das opções mais interessantes lançadas pela Apple nos últimos anos.

O MacBook Neo não veio para substituir o MacBook Air.

Ele veio para tornar o Mac acessível a um público que antes apenas observava o ecossistema Apple de longe.

E talvez seja justamente aí que esteja sua maior importância.

E para DJs?

Aqui surge um ponto que merece atenção.

Como DJ, vejo o MacBook Neo com certo cuidado. Não porque ele seja um computador ruim, mas porque sua proposta é diferente dos Macs equipados com chips da série M.

Quem trabalha com música sabe que estabilidade é mais importante do que números em uma ficha técnica. Durante muitos anos, muitos DJs utilizaram MacBooks Intel com sucesso, mas alguns modelos mais simples, especialmente os MacBook Air Intel, nem sempre entregavam a melhor experiência em situações mais exigentes, com múltiplas faixas, controladoras, bibliotecas extensas e diversos dispositivos conectados ao mesmo tempo.

O MacBook Neo utiliza o chip A18 Pro, o mesmo projeto de arquitetura presente nos iPhones mais avançados. A Apple afirma que ele oferece desempenho suficiente para atividades do dia a dia, multitarefa, edição de fotos e recursos de inteligência artificial. (Apple⁠)

No entanto, para quem trabalha profissionalmente com DJing, ainda existe uma dúvida legítima: como esse equipamento se comportará em apresentações longas, com softwares como Djay Pro, Serato DJ, Rekordbox ou VirtualDJ, especialmente quando conectado a controladoras, interfaces de áudio e bibliotecas musicais muito grandes?

Os chips da família M já demonstraram ao longo dos últimos anos uma excelente capacidade para tarefas de áudio e vídeo, com ampla margem de desempenho e grande eficiência energética. O A18 Pro possui especificações mais modestas, com CPU de 6 núcleos, GPU de 5 núcleos e 8 GB de memória unificada na configuração padrão. (Apple⁠)

Por isso, se eu fosse recomendar um computador para um DJ profissional que depende dele para trabalhar todos os fins de semana, ainda me sentiria mais confortável indicando um MacBook Air com chip M1, M2 ou superior, equipamentos que já possuem histórico comprovado nesse tipo de utilização.

Já para quem está começando, toca ocasionalmente, utiliza playlists, eventos menores ou busca uma solução de entrada no ecossistema Apple, o MacBook Neo pode ser uma alternativa interessante. Apenas acredito que ele ainda precisa construir sua reputação no mercado de DJs antes de receber a mesma confiança que os Macs da série M conquistaram.

Quando o assunto é trabalho ao vivo, a pergunta não é apenas “ele é rápido?”. A pergunta é: “ele continuará estável depois de quatro ou cinco horas de apresentação sem interrupções?”. E essa resposta só o tempo e a experiência dos usuários poderão fornecer.

Ed Oliveira
Apaixonado pelo ecossistema Apple, compartilha dicas, análises e experiências para ajudar usuários a aproveitar melhor seus dispositivos.

A nova geração de iPhones em 2025: análise crítica do iPhone 17, iPhone 17 Air e iPhone 17 Pro/Max

A Apple acaba de lançar sua linha de iPhones para 2025, trazendo novidades que mesclam avanços tecnológicos com escolhas estratégicas para públicos distintos. O iPhone 17, iPhone 17 Air e iPhone 17 Pro/Max chegam ao mercado com propostas bastante claras, mas nem todas agradam da mesma forma na prática.

O iPhone 17 é a escolha equilibrada e provavelmente a mais sensata para a maioria dos consumidores. Com uma tela que finalmente chega aos 120Hz, há uma fluidez de navegação que rivaliza com os concorrentes Android e um brilho excepcional de até 3000 nits, permitindo ótima visibilidade mesmo sob luz solar direta. Seu sistema de câmeras duplas de 48MP traz melhorias significativas para os amantes da fotografia casual, com recursos como vídeos cinematográficos e uma funcionalidade chamada Center Stage, que mantém o usuário encaixado na cena durante videochamadas. Além disso, o desempenho do processador A19 é suficiente para rodar com folga as tarefas mais exigentes, incluindo jogos atuais. A bateria, por sua vez, se destaca com autonomia que supera muitos rivais, garantindo uso tranquilo ao longo do dia. No entanto, a ausência dos recursos de câmeras exclusivas da linha Pro e o uso de um chip padrão limitam seu apelo aos usuários mais exigentes.

Já o iPhone 17 Air, nome que retoma o histórico de dispositivos mais leves e estilizados da Apple, impressiona pelo design ultrafino, com apenas 5,6 mm de espessura, aliado a um peso que o torna um dos aparelhos mais confortáveis para o uso diário. A tela de 6,5 polegadas segue o padrão ProMotion e entrega uma experiência visual impecável, reforçada pelo processador A19 Pro e pelo modem C1X, que garantem conectividade e velocidade de ponta. Contudo, essa leveza cobra seu preço: a bateria é inferior à dos irmãos mais robustos, com aproximadamente 10 a 15% menos autonomia, uma limitação importante para quem depende do aparelho por muitas horas longe de tomadas. Além disso, o fato de o Air contar apenas com uma câmera traseira restringe seu apelo para quem faz uso intenso da fotografia. Seu preço elevado, aliado a essas limitações, coloca o Air como um modelo premium para quem prioriza estilo e portabilidade, mais do que potência bruta.

No topo da linha estão o iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max. Estes modelos buscam atender ao público mais exigente e profissional. Equipados com o processador A19 Pro e 12 GB de RAM, oferecem desempenho imbatível para qualquer tarefa, incluindo edição de vídeos 8K, aplicativos profissionais e jogos com gráficos pesados. O sistema triplo de câmeras de 48MP, com lentes grande-angular, ultra-wide e telefoto, permite fotos e vídeos com qualidade quase cinematográfica, contando ainda com suporte a formatos profissionais como ProRes e ProRAW — diferenciais notáveis para criadores de conteúdo. A bateria também é robusta, com duração para longas jornadas, e o acabamento premium reafirma o status de aparelhos topo de linha.

No entanto, a linha Pro enfrenta críticas principalmente relacionadas ao material e acabamento da traseira, que utiliza um vidro menos resistente que modelos anteriores, suscetível a riscos e marcas com mais facilidade — um retrocesso para consumidores que esperavam evolução na durabilidade física. Outro ponto que gerou decepção entre fãs e críticos foi a cor “laranja” inédita, que, apesar do apelo visual ousado, não agradou pela tonalidade que muitos consideraram exagerada e pouco versátil para o uso diário. Além disso, o peso e tamanho do Pro Max podem afastar quem busca portabilidade, sem contar o preço que permanece elevado, fator que limita seu público-alvo.

Na decisão final, o iPhone 17 se destaca como o melhor custo-benefício para o público geral, entregando a maioria das novidades do ecossistema Apple com desempenho robusto e boa autonomia. O iPhone 17 Air pode conquistar aqueles que fazem questão do dispositivo mais leve e estiloso, mesmo que abram mão de algumas capacidades. Já o iPhone 17 Pro/Max é um convite para especialistas e entusiastas que precisam do máximo de tecnologia para produtividade e criação, aceitando pagar caro por isso.

Em resumo, a Apple acertou ao entregar um modelo básico robusto e um Air elegante, mas tropeçou feio na sua linha Pro. A decisão de usar um material menos resistente na traseira desses modelos, que fica mais suscetível a riscos e marcas, deixou muitos consumidores frustrados, especialmente porque se esperava um avanço e não um retrocesso nesse aspecto. A polêmica cor laranja também decepcionou ao ser considerada exagerada e pouco prática para o uso diário. Além disso, embora o desempenho seja de ponta, o tamanho, peso e preço elevado só reforçam a sensação de que a Apple criou um aparelho que não agradou nem mesmo seus seguidores mais fiéis. O iPhone 17 Pro/Pro Max acabou mais como um exercício comercial do que uma verdadeira inovação, deixando claro que nem sempre topo de linha é sinônimo de satisfação do consumidor.

WhatsApp – Cuidado com a Versão Beta

O WhatsApp é o maior comunicador da web e também o mais usado no mundo, por isso, quando ele sai do ar, existe um rebuliço no mundo da informática e por conta dele. Há quem fala que pode-se perder milhões de reais pela falta de comunicação instantânea.

Mas ele, na minha singela opinião, está longe de ser o melhor; O Telegam sempre foi, na minha opinião, o melhor deles: Interface melhor, mais segurança nas mensagens e sem essa preocupação de backup em nuvem. Mas nesse artigo, estou falando no famigerado WhatsApp não é verdade? Então vamos lá.

Imagem TecnoBlog

Existe uma versão beta do aplicativo que está em todas as páginas da internet, ela conta com novos recursos e atualizações do mensageiro e os usuários inscritos no programa podem avaliar essas suas funcionalidades antes de serem disponibilizadas no aplicativo padrão. Esse programa ainda está em desenvolvimento: novas funções são adicionadas no aplicativo para que um pequeno grupo de pessoas teste e avalie a usabilidade dessas funções.

Algumas funcionalidades foram inclusas, como: Usar o WhatsApp em até quatro aparelhos adicionais de uma só vez, porém só é possível conectar um celular à sua conta do WhatsApp; Você ainda precisará usar um celular para confirmar seu número de telefone no WhatsApp e conectar novos aparelhos; Seus aparelhos adicionais serão desconectados caso você não use o WhatsApp no seu celular por mais de 14 dias e outras mais.

Apesar dessas novas funções (que existem no Telegram a muito tempo) é preciso ter cuidado em usar programas BETA. Funções de aplicativos beta são programas que estão em teste para que os usuários possam dar feedback para os desenvolvedores promover melhorias no aplicativo. Por isso, os apps podem passar por instabilidades e consequentemente ocorrerem problemas desagradáveis como perder TODAS SUAS MENSAGENS (como aconteceu com um cliente nosso) ou ocorrer o travamento do aplicativo.

Aconselho que, os usuários iniciantes ou inexperientes, desabilitem a versão beta e deixe o próprio aplicativo fazer sua atualização oficial. Podem ocorrer perda de contas e instabilidade no backup.

Para verificar, habilitar ou desabilitar, siga os paços a seguir no IOS:

Vá nas opções do WhatsApp
Vá na opção de Múltiplos aparelhos
Essa opção pode estar marcada, caso queira, desabilite essa opção em seu aparelho

Espero que gostem da dica. Na versão oficial, deve funcionar direito, mas por enquanto, antes que aconteça algo, não habilite.

Esse artigo é somente uma sugestão pensando na segurança dos usuários.

Abraço

Vamos falar de iPhone 11

Que bom gente, saiu o novo iPhone 11. Direi aqui algumas características para saber se vale a pena trocar seu aparelho por essa nova novidade.

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A Apple tem inovações, ao meu ver, em anos em anos. A primeira, depois da criação do iPhone, foi quando eles mudaram do 4s para o 5. Mudou o aparelho, sistema operacional e a conectividade. Vieram as tecnologias 4G e o aparelho obteve as melhores performances e qualidade perante aos outras marcas. Depois disso, cito: o iPhone 6 e X.

Nesse momento, tente analisar que muitas vezes a diferença é o processador, um recurso ou outro, mas nenhuma diferença que faça a diferença ou necessidade de trocar seu aparelho. Basta ir em uma autorizada para trocar sua bateria, por 400 reais, e ser feliz com seu aparelho por mas 2 anos.

Dentre os recursos estudados e vistos, o iphone 11 e 11 pro tem uma coisa superior: A câmera fotográfica. A foto no escuro sempre foi uma coisa horrível no iphone, fotos com pouca iluminação era coisa de desistir. Os outros aparelhos com nitidez automática e o iphone sempre a desejar.

Desta vez, a apple com a tecnologia Deep Fusion utiliza o poder do novo processador A13 para realizar operações avançadas de fotografia, tornando as fotos bem mais nítidas do que seria possível apenas com os sensores e lentes das câmeras. Diferente do Modo Noturno, que exibe um indicador na tela e pode ser desligado, o Deep Fusion funciona sem que o usuário perceba. É da seguinte maneira: Antes mesmo de você pressionar o botão para tirar uma foto, a câmera já registrou quatro quadros utilizando um tempo de exposição curto, além de quatro quadros utilizando um tempo de exposição maior. Ao pressionar o botão, mais um quadro é capturado, com tempo de exposição de acordo com a quantidade de luz na cena.

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Todos esses quadros são combinados utilizando um algoritmo que analisa cada pixel individualmente, selecionando o melhor em cada quadro. O resultado é uma imagem muito mais nítida e com menos ruído do que uma imagem capturada com o processo tradicional.

Espero está ajudando sua opinão

Abraço

Falso comunicado da Apple quando perde-se o celular

Boa noite.

Estava fazendo um post do iPhone 11 (que mostrarei em instantes) quando recebi mensagens de falsários, pois, perdi meu telefone.

Recentemente, no Rock in Rio, meu celular foi roubado. Mandei o iCloud apagar, pois, não tenho esperança de recuperá-lo. A partir de hoje, comecei a receber SMS dizendo que meu celular tinha sido encontrado e que, clicando em um link e colocando a senha da apple, localizaria meu celular. MENTIRA.

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A apple não manda esse tipo de mensagens. Todo o acesso é remoto. Quando o celular é apagado, o sistema envia um e-mail dizendo que seu aparelho foi apagado. Caso coloque a senha da Apple, terão acesso ao seu aparelho. CUIDADO.

WhatsApp Image 2019-10-01 at 21.28.09.jpeg

Além disso, estão ligando (com uma voz semelhante ao do atendente do Suporte da Apple) pedindo para colocar a senha de desbloqueio do celular. Gente, há possibilidade de alguém pedir senha para você? Ignore. Se for o caso, vá a polícia e dê o print para tentar localizar essa gang. São esperto e profissionais no ramo.  Ligação ainda é identificada como canadense.

Farsa da ligação

Lembrando: A cada 3 tentativas erradas, eles podem bloquear o iPhone definitivamente.

Caso perca ou seja roubado, faça a ocorrência, ligue para operadora, bloqueie seu celular ou ipad no iCloud (www.icloud.com) e aguarde o e-mail da apple com o seu apagamento.

A apple não liga e não manda sms para nada.

Procure sempre uma autorizada.

 

O que é rede mesh? Wi-fi inteligente

Google WiFi e OnHub: saiba o que muda de um roteador para o outro

Descubra a seguir o que é uma rede mesh, como ela funciona e como esse novo tipo de conexão que o Google pretende popularizar na casa dos usuários pode melhorar a experiência de internet, especialmente na hora de fazer streaming de filmes e música usando dispositivos móveis.

Google WiFi quer popularizar redes mesh dentro de casa (Foto: Divulgação/Google)Google WiFi quer popularizar redes mesh dentro de casa (Foto: Divulgação/Google)

Aplicativo do TechTudo: receba as melhores dicas e últimas notícias no seu celular

Rede de nós

Diferentemente da rede Wi-Fi tradicional, uma rede mesh não é composta somente de um único roteador conectado à rede de banda larga. Ao contrário, ela é feita de nós que trabalham em conjunto para distribuir um único sinal de internet em vários pontos de um mesmo ambiente. Em certa medida, os nós funcionam como roteadores e repetidores de alta eficiência.

Isso porque o sinal de internet em uma rede mesh não se perde ao se distanciar do roteador principal. Na verdade, a tendência é que uma conexão Wi-Fi do tipo fique ainda mais rápida com a adição de novos nós – unidades avulsas do Google Wi-Fi ou roteadores OnHub, por exemplo.

Mais inteligência

Redes mesh distribuem sinal de internet de acordo com necessidade (Foto: Divulgação/Google) (Foto: Redes mesh distribuem sinal de internet de acordo com necessidade (Foto: Divulgação/Google))Redes mesh distribuem sinal de internet de acordo com necessidade (Foto: Divulgação/Google)

Os pontos de acesso que formam uma rede mesh não são roteadores nem repetidores comuns, pois devem ser equipados com um software especial. O sistema é essencial para controlar a distribuição da conexão na rede conforme a necessidade do usuário. Embora os nós sejam feitos para espalhar o alcance da conexão no ambiente inteiro, a velocidade pode ser direcionada para uma determinada tarefa, dependendo da necessidade.

Com isso, um computador que realiza streaming de filme pode ganhar prioridade, ao mesmo tempo em que dispositivos móveis não têm sinal enfraquecido ao serem trocados de lugar. Na prática, significa que uma rede mesh pode oferecer conexão estável em qualquer lugar dentro do seu raio de alcance, mesmo que o usuário se mova constantemente.

Facilidade de uso

Redes mesh são mais fáceis de administrar, pois o software que acompanha cada nó tem a tarefa de se integrar ao restante da infraestrutura de forma automática. A compatibilidade entre as unidades depende do fabricante, mas, em compensação, não há dependência de um administrador de rede para incrementar o desempenho da conexão.

Custo-benefício

Em redes sem fio convencionais, é preciso investir em roteadores mais potentes ou em repetidores – que podem oferecer baixa eficiência – para alcançar áreas maiores. Já em redes mesh, o custo da infraestrutura tem escalabilidade mais flexível. Para cobrir ambientes mais extensos, basta adicionar mais nós a uma mesma rede.

Qual o preço do Google Wifi e data de lançamento no Brasil? Comente no Fórum do TechTudo.

Essa é uma das principais vantagens oferecidas pelo Google WiFi. Por um custo que promete não ser tão alto, o usuário poderá adicionar novas unidades a uma mesma rede para melhorar a conexão em locais maiores. Uma unidade é vendida pelo preço de US$ 129 (R$ 417, no câmbio atual, sem impostos) com cobertura de até 140 m², e o pacote com três unidades por US$ 299 (R$ 966), com alcance de, aproximadamente, 420 m².

 

Esta matéria foi publicada por PAULO ALVES para o TechTudo

link: https://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2016/10/o-que-e-rede-mesh-conheca-tecnologia-que-melhora-o-wi-fi.html

 

Tenho um iPhone X, devo trocar pelos novos Xr, Xs ou X-Max?

Muita gente deve ter essa dúvida, devo ou não devo trocar meu aparelho? A minha resposta é simples: Depende.

Se você tem um iPhone X e está bem zerado, não. Lembrando que o iPhone Xr não tem duas câmeras, apesar do hardware ser bem parecido, você perderá em tela (pois essa versão não tem a tela OLED dos outros iPhones). Esteticamente, os novos iPhones XS são bem semelhantes ao iPhone X, exceto pela variação de tamanhos. Ambos possuem displays OLED, duas câmeras e carregamento sem fio. Eles também têm aros de aço inoxidável que abrigam alto-falantes, microfone, entrada única para fone e carregador e os botões laterais. Assim como o iPhone X, estes novos modelos não tem um botão de início, e ambos possuem sensores desbloqueando para o desbloqueio facial.

Segundo a Apple, o processador dos novos iPhones é mais rápido e tem uma melhor duração da bateria que o iPhone X. Mas será que isso vale o gasto extra?

Tem algumas vertentes da Apple que diz que o iPhone deve ser utilizado por 4 anos. Trocar uma bateria, por exemplo, dá uma vida útil por muito mais tempo ao telefone. O que acham? Sai bem mais em conta.

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Concluo que: Se o tamanho da tela e o desempenho do seu iPhone X satisfazem suas necessidades, então acredito  que não há motivos para fazer uma troca. O iPhone X é esteticamente igual, tem câmeras praticamente idênticas, fazendo fotos e vídeos com a mesma qualidade. Seria desvantajoso trocar seu iPhone X por um iPhone XR, haja visto que esse novato é pior que o modelo do ano passado em vários quesitos.

Outro motivo que pode levar você a querer ter um dos iPhones lançados em 2018 é a possibilidade de usar dois chips ao mesmo tempo, esse recurso é essencial para muitas pessoas, que precisam utilizar mais de uma operadora e sempre sentiram falta disso no iPhone.

 

 

Será que existe mesmo vírus para Mac?

Essa é a grande pergunta que atormenta tantos os usuários dos Macintoshes. Existem tantos paradigmas e tantas falcatruas dos Hackers que tudo fica confuso em relação à segurança.

A pergunta que todos querem ouvir, existe vírus para mac? Resposta: Sim. Eles vêm como Trojans e tentam ludibriar os usuários de varias formas para entrar no computador.

É verdade que eles não entram de surpresa como no Windows, não executam a plataforma DOS, mas entram em sua máquina das maneiras a seguir:

1. Páginas fraudulentas:

Mackeeper é um dos famosos a infectar seu Mac. Disfarçado de programa, deixa seu Mac lento e rouba suas senhas. Tem a promessa de fazer um limpa, MENTIRA.

2. Programas Piratas:

Veja. Não estou falando que sou defensor de nada, mas, raciocinem comigo: Se um cara modifica e quebra um sistema de licença de um software complexo, imagina se ele não pode colocar um malware ou Torjan na instalação. Óbvio que sim. Cuidado ao adquirir esse produto.

3. Sites que distribuem malwares:

Esse site aí acima já foi referência em download de softwares por muitos anos, hoje, distribui softwares com vírus para todas as plataformas. Não confie em sites que tem programa de tudo.

Aqui abaixo vai dicas para vc não cair no “conto da fadinha”:

1. Quando virem um página dizendo que vc tem vírus, até com o símbolo da maçã, feche-a apenas, não acredite.

2. Baixe seus programas pela Apple Store ou por desenvolvedores confiáveis. Pesquise sobre o software primeiro. Veja se ele é confiável e suas experiências.

3. Se querem uma dica de um programa que realmente limpe seu mac, o programa é o Clean My Mac. Esse eu confio há 6 anos e em sua nova versão tem de tudo para deixar seu computador redondo.

4. Mac não usa antivírus. Apesar de tudo que disse acima, antivírus no mac só faz ele ficar lento, a Apple disponibiliza para você atualizações frequentes de segurança.

5. Atualize sempre seu mac. Atualizações de segurança, sistema operacional é outra história.

Espero que a dica valha.

Ed