Milhares de Usuários Estão Caindo Nesses Apps do iPhone e Apple Watch

A App Store da Apple possui milhões de aplicativos e, de forma geral, é um ambiente muito mais seguro do que outras lojas de aplicativos. Isso não significa, porém, que todos os apps entreguem exatamente o que prometem.

Nos últimos meses, tenho observado um aumento na quantidade de aplicativos que utilizam anúncios exagerados, vídeos editados e promessas difíceis — ou impossíveis — de cumprir. O problema é que muitos usuários acabam pagando assinaturas caras acreditando que receberão recursos que simplesmente não existem.

Veja três categorias que merecem atenção.

1. Aplicativos que prometem transformar completamente o visual do Apple Watch

Não fazem o que prometem: Você gasta assinatura à toa

Quem nunca viu um anúncio mostrando um Apple Watch com mostradores futuristas, relógios de marcas famosas, animações impressionantes ou interfaces que parecem ter saído de um filme de ficção científica?

O problema é que, na prática, quase nenhum desses aplicativos faz o que o anúncio sugere.

A Apple não permite que desenvolvedores criem mostradores totalmente novos para o Apple Watch. Os desenvolvedores podem apenas utilizar os recursos oficiais disponibilizados pelo watchOS, como complicações, imagens e configurações permitidas pela própria Apple. (Apple Developer)

Na maioria dos casos, esses aplicativos apenas instalam imagens estáticas ou papéis de parede que ficam muito diferentes do que aparece na propaganda. Alguns até simulam animações durante a divulgação, mas o resultado final costuma ser apenas uma foto aplicada ao relógio. A própria documentação da Apple deixa claro que os mostradores do Apple Watch seguem regras rígidas e não podem ser substituídos por interfaces criadas livremente por terceiros. (Apple Developer)

A solução oficial

A forma correta de personalizar o Apple Watch é através da Galeria de Mostradores do aplicativo Watch no iPhone.

A Apple oferece dezenas de mostradores oficiais que permitem alterar cores, estilos, complicações, widgets e imagens pessoais, tudo de forma integrada ao sistema. (Apple Developer)


2. Aplicativos que afirmam medir glicose usando apenas o Apple Watch

Cuidado. O Apple Watch faz outras medições, mas a da Glicose não.

Esse é provavelmente o caso mais preocupante.

Diversos aplicativos estão sendo anunciados como capazes de medir a glicose no sangue apenas utilizando sensores do Apple Watch. Alguns chegam a mostrar gráficos detalhados e números aparentemente precisos.

O problema é simples: nenhum modelo atual do Apple Watch possui sensor aprovado para medir glicose de forma não invasiva.

Se um aplicativo afirma medir sua glicose usando apenas o relógio, sem um sensor médico externo específico, ele não está realizando uma medição real. Na melhor das hipóteses, está fazendo estimativas. Na pior, está apresentando números sem qualquer validade clínica.

Isso pode ser perigoso para pessoas com diabetes, pré-diabetes ou qualquer condição que exija monitoramento da glicemia. Uma informação incorreta pode levar o usuário a tomar decisões inadequadas sobre alimentação, medicamentos ou tratamento médico.

É importante destacar que o Apple Watch é um excelente aliado para monitorar diversos indicadores de saúde, incluindo frequência cardíaca, eletrocardiograma (ECG), oxigênio no sangue (oxímetro, em modelos e regiões compatíveis), qualidade do sono, temperatura do pulso, frequência respiratória, condicionamento físico e alertas relacionados à saúde cardiovascular. Justamente por isso, aplicativos que prometem medir glicose sem um sensor médico externo podem induzir o usuário a acreditar em uma capacidade que o relógio simplesmente não possui atualmente.

A solução oficial

Atualmente, a forma correta de monitorar a glicose é utilizando equipamentos aprovados para essa finalidade, como:

  • Glicosímetros tradicionais com fita reagente;
  • Sensores contínuos de glicose (CGM);
  • Dispositivos médicos homologados pelos órgãos reguladores de saúde.

O Apple Watch pode receber e exibir informações desses sensores quando integrado a sistemas compatíveis, mas não realiza a medição sozinho.

Se um aplicativo prometer medir glicose diretamente pelo relógio, desconfie.


3. Aplicativos que prometem “limpar” o iPhone

Não limpam nada: O próprio IOS faz isso pra você

Outra categoria que cresce rapidamente é a dos chamados aplicativos de limpeza.

Os anúncios costumam mostrar mensagens alarmantes como:

  • “Seu iPhone está lento”;
  • “Memória crítica”;
  • “Limpe milhares de arquivos inúteis agora”;
  • “Aumente a velocidade do aparelho em 300%”.

Na prática, o iPhone não funciona como um computador tradicional que exige programas de limpeza para manter o desempenho.

O próprio iOS já gerencia automaticamente:

  • Memória RAM;
  • Arquivos temporários;
  • Cache do sistema;
  • Otimização de armazenamento;
  • Processos em segundo plano.

Por questões de segurança, um aplicativo não possui acesso profundo ao sistema para realizar uma “faxina geral” no iPhone.

Na maioria dos casos, esses apps apenas ajudam a localizar fotos duplicadas, vídeos repetidos ou contatos redundantes. Embora isso possa ser útil, está muito longe da promessa de “limpar o sistema” ou “acelerar o iPhone”.

A solução oficial

A Apple já oferece ferramentas nativas para gerenciamento de armazenamento.

Basta acessar:

Ajustes → Geral → Armazenamento do iPhone

Ali é possível:

  • Identificar os aplicativos que mais ocupam espaço;
  • Apagar arquivos desnecessários;
  • Remover apps não utilizados;
  • Gerenciar fotos e vídeos;
  • Ver recomendações automáticas do próprio iOS.

Na maioria das situações, isso é tudo o que o usuário precisa.


Conclusão

Nem todo aplicativo da App Store é ruim. Existem milhares de excelentes aplicativos desenvolvidos por empresas sérias e competentes.

O problema surge quando o marketing promete algo que a tecnologia simplesmente não pode entregar.

Sempre que encontrar um aplicativo que promete modificar profundamente o Apple Watch, medir glicose sem sensores médicos ou realizar uma limpeza milagrosa no iPhone, vale a pena pesquisar um pouco antes de assinar.

Em tecnologia, quando uma promessa parece boa demais para ser verdade, normalmente merece uma segunda análise.

Ed Oliveira
Apaixonado pelo ecossistema Apple, compartilha dicas, análises e experiências para ajudar usuários a aproveitar melhor seus dispositivos.

Novo ataque por SMS visa invadir contas do iCloud – Dicas para evitar

Atenção aos proprietários de iPhones: novo ataque por SMS visa invadir contas do iCloud

Recentemente, a Broadcom, empresa proprietária da Symantec, uma empresa de segurança, emitiu um alerta importante para os donos de iPhones, especialmente nos Estados Unidos. Foi descoberto que os IDs Apple (ou Contas Apple, a partir do iOS 18) estão sendo alvo de uma campanha de phishing por SMS. Esse tipo de ataque, conhecido como “smishing”, tem como objetivo enganar os usuários e obter acesso não autorizado às suas contas do iCloud.

Mas como funciona esse ataque?

Os invasores enviam mensagens de texto (SMS) para os alvos, com uma mensagem que diz: “Solicitação importante da Apple ao iCloud: visite signin.authen-connexion.info/icloud para continuar usando seus serviços.” Para dar uma aparência “legítima”, eles até implementaram um CAPTCHA para ser preenchido. Os usuários são então direcionados para uma página da web que imita o antigo modelo de login do iCloud. Nessa página, são incentivados a fornecer seus dados de acesso.

Esse tipo de ataque é preocupante porque, normalmente, o phishing do ID Apple acontece por e-mail, muitos dos quais vão para a pasta de lixo eletrônico. No entanto, o ataque por SMS também é bastante popular. Os invasores costumam restringir o acesso aos sites maliciosos em navegadores móveis e regiões específicas para evitar detecção. No entanto, nesse caso, o site malicioso pode ser acessado tanto por navegadores desktop quanto móveis.

Para se proteger contra esse tipo de golpe, aqui estão algumas dicas importantes:

1. Desconfie de mensagens inesperadas, como ligações ou solicitações de informações pessoais. É mais seguro presumir que se trata de uma tentativa de fraude.

2. Nunca compartilhe dados pessoais em páginas da web para as quais você foi direcionado por terceiros.

3. Use a autenticação de dois fatores para manter suas informações de contato seguras e atualizadas.

4. Nunca compartilhe a senha do ID Apple ou códigos de verificação com outras pessoas.

A Apple também publicou uma página de suporte com mais informações sobre como reconhecer e evitar golpes em diversos meios, incluindo mensagens de phishing e ligações falsas de suporte.

Lembre-se sempre de proteger suas informações pessoais e estar atento a possíveis golpes!

Espero te ajudado

Ed

NUNCA TENHA O ICLOUD DE OUTRA PESSOA NO SEU CELULAR – DICAS DO ICLOUD

Recebo uma quantidade considerável de solicitações de troca de iCloud, uma situação mais comum do que se imagina. Muitas pessoas compartilham o mesmo iCloud com seus cônjuges, irmãos ou pais. No entanto, é importante lembrar que o serviço do iCloud é pessoal e intransferível. Se você deseja ter controle sobre suas operações ou utilizar apenas um cartão de crédito para as transações, é fundamental usar sua própria conta e considerar a criação de uma conta familiar. Dessa forma, caso você deseja sair desse grupo familiar, basta desconectar-se dele e você terá sua vida digital de volta ao controle individual.

Infelizmente, recebi diversos relatos de pessoas que, devido a conflitos familiares, perderam informações preciosas, contatos e fotos por não terem acesso à senha do iCloud principal. É importante valorizar a privacidade e a independência digital, evitando compartilhar senhas sensíveis.

Abaixo, seguem várias dicas fornecidas pela própria Apple para gerenciar adequadamente sua conta do iCloud:

iCloud é o serviço da Apple que armazena com segurança suas fotos, arquivos, notas, senhas e outros dados na nuvem e os mantém atualizados em todos os seus dispositivos automaticamente. O iCloud também facilita o compartilhamento de fotos, arquivos, notas e muito mais com amigos e familiares. Você também pode fazer backup de seu iPhone, iPad ou iPod touch usando o iCloud.
O iCloud está integrado em cada dispositivo Apple. Para configurar o iCloud, basta se conectar ao seu dispositivo com o seu ID Apple e, em seguida, escolher quais apps deseja usar com o iCloud e quais recursos do iCloud deseja ativar ou desativar. Você pode personalizar esses ajustes para cada dispositivo. Você também pode acessar informações armazenadas no iCloud em um computador com Windows usando o iCloud para Windows ou acessando iCloud.com em um navegador da web.
Os dados armazenados no iCloud são criptografados e, com a autenticação de dois fatores, sua conta só pode ser acessada em dispositivos nos quais você confia.

Compartilhe uma assinatura do iCloud+

Antes de iniciar, certifique-se de ter criado um grupo de Compartilhamento Familiar. Consulte o artigo do Suporte da Apple Configurar o Compartilhamento Familiar.

Execute qualquer uma das seguintes ações:

  • Em seu iPhone, iPad ou iPod touch: faça o seguinte:
    • iOS 16, iPadOS 16 ou posterior: acesse Ajustes > Família. Toque em Assinaturas, em iCloud+ e siga as instruções na tela.
    • iOS 15, iPadOS 15 ou anterior: acesse Ajustes > [seu nome] > Compartilhamento Familiar. Toque em Armazenamento do iCloud e siga as instruções na tela.
  • No Mac: faça uma destas ações:
    • No macOS 13 ou posterior: selecione o menu da Apple  > Ajustes do Sistema e clique em Família na barra lateral. Clique em Assinaturas, em iCloud+ e depois em Compartilhar com a Família.
    • No macOS 12 ou anterior: selecione o menu Apple  > Preferências do Sistema e clique em Compartilhamento Familiar. Clique em Armazenamento do iCloud e siga as instruções na tela.

Espero ter ajudado. 🙂

macOS Big Sur

Neste momento, a Apple está lançando o novo sistema operacional. Ele é bem parecido com o iOS e o mundo da informática está atenta.

A maior novidade é a nova interface simplificada e mais elegante. Há um novo conjunto de ícones e símbolos, bem como mais transparências. O sistema para desktop agora tem um Centro de Controle, bastante similar ao do iOS e iPadOS. 

Todos os aplicativos nativos do sistema também foram remodelados, sendo que algum ganharam novas funções.

Irei dar mais informações em breve, filtrando o melhor.

Vamos falar de iPhone 11

Que bom gente, saiu o novo iPhone 11. Direi aqui algumas características para saber se vale a pena trocar seu aparelho por essa nova novidade.

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A Apple tem inovações, ao meu ver, em anos em anos. A primeira, depois da criação do iPhone, foi quando eles mudaram do 4s para o 5. Mudou o aparelho, sistema operacional e a conectividade. Vieram as tecnologias 4G e o aparelho obteve as melhores performances e qualidade perante aos outras marcas. Depois disso, cito: o iPhone 6 e X.

Nesse momento, tente analisar que muitas vezes a diferença é o processador, um recurso ou outro, mas nenhuma diferença que faça a diferença ou necessidade de trocar seu aparelho. Basta ir em uma autorizada para trocar sua bateria, por 400 reais, e ser feliz com seu aparelho por mas 2 anos.

Dentre os recursos estudados e vistos, o iphone 11 e 11 pro tem uma coisa superior: A câmera fotográfica. A foto no escuro sempre foi uma coisa horrível no iphone, fotos com pouca iluminação era coisa de desistir. Os outros aparelhos com nitidez automática e o iphone sempre a desejar.

Desta vez, a apple com a tecnologia Deep Fusion utiliza o poder do novo processador A13 para realizar operações avançadas de fotografia, tornando as fotos bem mais nítidas do que seria possível apenas com os sensores e lentes das câmeras. Diferente do Modo Noturno, que exibe um indicador na tela e pode ser desligado, o Deep Fusion funciona sem que o usuário perceba. É da seguinte maneira: Antes mesmo de você pressionar o botão para tirar uma foto, a câmera já registrou quatro quadros utilizando um tempo de exposição curto, além de quatro quadros utilizando um tempo de exposição maior. Ao pressionar o botão, mais um quadro é capturado, com tempo de exposição de acordo com a quantidade de luz na cena.

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Todos esses quadros são combinados utilizando um algoritmo que analisa cada pixel individualmente, selecionando o melhor em cada quadro. O resultado é uma imagem muito mais nítida e com menos ruído do que uma imagem capturada com o processo tradicional.

Espero está ajudando sua opinão

Abraço

O que é rede mesh? Wi-fi inteligente

Google WiFi e OnHub: saiba o que muda de um roteador para o outro

Descubra a seguir o que é uma rede mesh, como ela funciona e como esse novo tipo de conexão que o Google pretende popularizar na casa dos usuários pode melhorar a experiência de internet, especialmente na hora de fazer streaming de filmes e música usando dispositivos móveis.

Google WiFi quer popularizar redes mesh dentro de casa (Foto: Divulgação/Google)Google WiFi quer popularizar redes mesh dentro de casa (Foto: Divulgação/Google)

Aplicativo do TechTudo: receba as melhores dicas e últimas notícias no seu celular

Rede de nós

Diferentemente da rede Wi-Fi tradicional, uma rede mesh não é composta somente de um único roteador conectado à rede de banda larga. Ao contrário, ela é feita de nós que trabalham em conjunto para distribuir um único sinal de internet em vários pontos de um mesmo ambiente. Em certa medida, os nós funcionam como roteadores e repetidores de alta eficiência.

Isso porque o sinal de internet em uma rede mesh não se perde ao se distanciar do roteador principal. Na verdade, a tendência é que uma conexão Wi-Fi do tipo fique ainda mais rápida com a adição de novos nós – unidades avulsas do Google Wi-Fi ou roteadores OnHub, por exemplo.

Mais inteligência

Redes mesh distribuem sinal de internet de acordo com necessidade (Foto: Divulgação/Google) (Foto: Redes mesh distribuem sinal de internet de acordo com necessidade (Foto: Divulgação/Google))Redes mesh distribuem sinal de internet de acordo com necessidade (Foto: Divulgação/Google)

Os pontos de acesso que formam uma rede mesh não são roteadores nem repetidores comuns, pois devem ser equipados com um software especial. O sistema é essencial para controlar a distribuição da conexão na rede conforme a necessidade do usuário. Embora os nós sejam feitos para espalhar o alcance da conexão no ambiente inteiro, a velocidade pode ser direcionada para uma determinada tarefa, dependendo da necessidade.

Com isso, um computador que realiza streaming de filme pode ganhar prioridade, ao mesmo tempo em que dispositivos móveis não têm sinal enfraquecido ao serem trocados de lugar. Na prática, significa que uma rede mesh pode oferecer conexão estável em qualquer lugar dentro do seu raio de alcance, mesmo que o usuário se mova constantemente.

Facilidade de uso

Redes mesh são mais fáceis de administrar, pois o software que acompanha cada nó tem a tarefa de se integrar ao restante da infraestrutura de forma automática. A compatibilidade entre as unidades depende do fabricante, mas, em compensação, não há dependência de um administrador de rede para incrementar o desempenho da conexão.

Custo-benefício

Em redes sem fio convencionais, é preciso investir em roteadores mais potentes ou em repetidores – que podem oferecer baixa eficiência – para alcançar áreas maiores. Já em redes mesh, o custo da infraestrutura tem escalabilidade mais flexível. Para cobrir ambientes mais extensos, basta adicionar mais nós a uma mesma rede.

Qual o preço do Google Wifi e data de lançamento no Brasil? Comente no Fórum do TechTudo.

Essa é uma das principais vantagens oferecidas pelo Google WiFi. Por um custo que promete não ser tão alto, o usuário poderá adicionar novas unidades a uma mesma rede para melhorar a conexão em locais maiores. Uma unidade é vendida pelo preço de US$ 129 (R$ 417, no câmbio atual, sem impostos) com cobertura de até 140 m², e o pacote com três unidades por US$ 299 (R$ 966), com alcance de, aproximadamente, 420 m².

 

Esta matéria foi publicada por PAULO ALVES para o TechTudo

link: https://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2016/10/o-que-e-rede-mesh-conheca-tecnologia-que-melhora-o-wi-fi.html

 

Tenho um iPhone X, devo trocar pelos novos Xr, Xs ou X-Max?

Muita gente deve ter essa dúvida, devo ou não devo trocar meu aparelho? A minha resposta é simples: Depende.

Se você tem um iPhone X e está bem zerado, não. Lembrando que o iPhone Xr não tem duas câmeras, apesar do hardware ser bem parecido, você perderá em tela (pois essa versão não tem a tela OLED dos outros iPhones). Esteticamente, os novos iPhones XS são bem semelhantes ao iPhone X, exceto pela variação de tamanhos. Ambos possuem displays OLED, duas câmeras e carregamento sem fio. Eles também têm aros de aço inoxidável que abrigam alto-falantes, microfone, entrada única para fone e carregador e os botões laterais. Assim como o iPhone X, estes novos modelos não tem um botão de início, e ambos possuem sensores desbloqueando para o desbloqueio facial.

Segundo a Apple, o processador dos novos iPhones é mais rápido e tem uma melhor duração da bateria que o iPhone X. Mas será que isso vale o gasto extra?

Tem algumas vertentes da Apple que diz que o iPhone deve ser utilizado por 4 anos. Trocar uma bateria, por exemplo, dá uma vida útil por muito mais tempo ao telefone. O que acham? Sai bem mais em conta.

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Concluo que: Se o tamanho da tela e o desempenho do seu iPhone X satisfazem suas necessidades, então acredito  que não há motivos para fazer uma troca. O iPhone X é esteticamente igual, tem câmeras praticamente idênticas, fazendo fotos e vídeos com a mesma qualidade. Seria desvantajoso trocar seu iPhone X por um iPhone XR, haja visto que esse novato é pior que o modelo do ano passado em vários quesitos.

Outro motivo que pode levar você a querer ter um dos iPhones lançados em 2018 é a possibilidade de usar dois chips ao mesmo tempo, esse recurso é essencial para muitas pessoas, que precisam utilizar mais de uma operadora e sempre sentiram falta disso no iPhone.

 

 

Será que existe mesmo vírus para Mac?

Essa é a grande pergunta que atormenta tantos os usuários dos Macintoshes. Existem tantos paradigmas e tantas falcatruas dos Hackers que tudo fica confuso em relação à segurança.

A pergunta que todos querem ouvir, existe vírus para mac? Resposta: Sim. Eles vêm como Trojans e tentam ludibriar os usuários de varias formas para entrar no computador.

É verdade que eles não entram de surpresa como no Windows, não executam a plataforma DOS, mas entram em sua máquina das maneiras a seguir:

1. Páginas fraudulentas:

Mackeeper é um dos famosos a infectar seu Mac. Disfarçado de programa, deixa seu Mac lento e rouba suas senhas. Tem a promessa de fazer um limpa, MENTIRA.

2. Programas Piratas:

Veja. Não estou falando que sou defensor de nada, mas, raciocinem comigo: Se um cara modifica e quebra um sistema de licença de um software complexo, imagina se ele não pode colocar um malware ou Torjan na instalação. Óbvio que sim. Cuidado ao adquirir esse produto.

3. Sites que distribuem malwares:

Esse site aí acima já foi referência em download de softwares por muitos anos, hoje, distribui softwares com vírus para todas as plataformas. Não confie em sites que tem programa de tudo.

Aqui abaixo vai dicas para vc não cair no “conto da fadinha”:

1. Quando virem um página dizendo que vc tem vírus, até com o símbolo da maçã, feche-a apenas, não acredite.

2. Baixe seus programas pela Apple Store ou por desenvolvedores confiáveis. Pesquise sobre o software primeiro. Veja se ele é confiável e suas experiências.

3. Se querem uma dica de um programa que realmente limpe seu mac, o programa é o Clean My Mac. Esse eu confio há 6 anos e em sua nova versão tem de tudo para deixar seu computador redondo.

4. Mac não usa antivírus. Apesar de tudo que disse acima, antivírus no mac só faz ele ficar lento, a Apple disponibiliza para você atualizações frequentes de segurança.

5. Atualize sempre seu mac. Atualizações de segurança, sistema operacional é outra história.

Espero que a dica valha.

Ed

Novo Mac Mini: Vai começando de R$ 6.900 reais

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Essa é a brincadeira que está o novo Mac Mini da Apple.

O aparelho mais barato da Apple agora vem SSD de fábrica. É o mais “barato”, simplesmente dobrou de preço.

Por fora, a mesma novidade do novo Macbook Air está presente e é o corpo de alumínio completamente feito com material reciclado. A mudança mais notável, ainda longe do lado interior, é a nova cor preta – a mesma que está no iMac Pro e em alguns dispositivos móveis da própria marca.

O Mac Mini abandona de vez a opção de ter um disco rígido e entra de vez na memória SSD, pode-se personalizar com até 2 TB. Essa opção é até quatro vezes mais rápida do que o antigo sistema de armazenamento e o desempenho só agradece com o processador, que vai até um Intel Core i7 de oitava geração, entregando até cinco vezes mais velocidade do que a geração anterior – que utilizava processadores de quarta geração.

Ainda que em uma solução de chip integrado e que está longe de ser o ideal para jogos, a Apple promete 60% de ganho em desempenho. Em RAM, agora o pequeno computador deixa de lado o DDR3, passa para o DDR4 de até 2.666 MHz e em até 64 GB em padrão SO-DIMM, que é a memória pequena que encaixa em notebooks e que pode ser removida para upgrade.

A ventilação continua com uma única ventoinha na parte inferior, só que com um esquema de resfriamento mais moderno e inteligente, garantindo que o calor saia com mais facilidade. Perto da saída de ar quente estão as quatro portas USB do tipo C e que são compatíveis com o Thunderbolt 3 – o que garante que você pode colocar uma GPU externa e aumentar consideravelmente o poder de fogo do Mac Mini.

Ainda por lá ficam apenas duas portas USB-A, uma saída HDMI e a entrada para cabo de rede no padrão RJ45. Para a segurança dos dados que podem chegar por este cabo ou por redes sem fio, a Apple também inseriu o chip T2 e que faz seu trabalho para garantir que o Mac Mini fique mais protegido do que as gerações anteriores.

Agora é juntar 2 anos para adquirir um.

 

Vale a pena trocar o iPhone X pelo Xs, Xs ou o Xs Max?

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Os preços variam: 7 mil, 8 mil e até 10 mil (os muambeiros trazem de fora mais barato). Mas será que vale a pena trocar meu iPhone X novinho por esses novos?

Minha opinião é NÃO. Sinceramente? Apesar do hardware ser melhor, não vejo nenhuma necessidade. Pouca coisa mudou, o iPhone x tem um hardware fantástico e uma funcionalidade espetacular. Eu acho que sinceramente a venda da Apple, se continuar dessa forma, vai ficando inviável para consumidor Brasileiro. Comprar um telefone  por 7 mil reais? Um computador por mais de 10 mil reais? Estão de brincadeira.

Lá nos EUA, os aparelhos tiveram aumento de 100 a 300 dólares. Aqui na terra tupiniquim os aumentos são de 2 mil, 3 mil a 5 mil reais. O dólar teve aumento de 1 a 2 reais, nada justifica isso.

Há 4 anos, o dólar estava a 4 e o iPhone estava 4 mil reais.

Com esses preços, somente se comprar fora ou com muambeiros que trazem do Paraguai ou dos EUA que vale apena comprar um, e olhe lá. Se fizer uma viajem ao exterior de repente poderá valer um pouco a pena, e ainda, pagará À VISTA.